Leitura de Bordo

Otacílio Barros - otacilio@ojornalnit.com.br

E a baderna continua

O título aí de cima diz bem o sentimento de muitos brasileiros que não aguentam mais tantas manifestações cotidianas que atrapalham a vida de todos. Tudo bem, algumas são até justas, corretas, de categorias de trabalhadores que se sentem aviltados em seus salários, principalmente no que diz respeito aos salários de parlamentares etc. Mas alguém aguenta essas paradas gays espalhadas pelo país afora?

Dizem que a de São Paulo é sempre a maior do mundo. Aliás, “Parada do orgulho Gay”! Será que é realmente verdade que alguém se orgulha de ser gay? É preciso realizar eventos para se orgulhar de ser homem ou mulher, homossexual ou heterossexual, idoso ou jovem? Ou essas pessoas estão dispostas mesmo a subverter a ordem existente na sociedade? Não sei se a sociedade hoje, em qualquer país tem um modelo ideal, mas é o melhor que temos para o momento, e não sei se é decretando casamentos entre gays ou tendo que aturar essas tais paradas, que vamos melhorar os seres humanos.

Reproduzo agora texto de um e-mail que recebi, assinado por um cidadão intitulado Marco Maia, em resposta a um jornalista e uma cantora que estão muito na midia atualmente:

“Tenho 42 anos, sou gay, advogado e moro em Londres. Nunca sofri nenhum tipo de discriminação em virtude de minha orientação sexual. E como gay, penso que tenho alguma autoridade nesse assunto. Nunca tive problemas em ser homossexual porque sou uma pessoa normal, como qualquer heterossexual. Esse negócio de viver a vida expressando diuturnamente sua sexualidade é uma doença. A sexualidade é algo que se encontra na esfera da intimidade e não diz respeito a ninguém. Não tenho trejeitos e não aprecio quem os tem. Para mim, qualquer tipo de extremo é patológico. Minha vida é dedicada e focada em outras coisas. Outros, como doentes que são, vivem a vida focados na sexualidade. O machão grosseiro e mulherengo ou a bicha louca demonstram bem estes extremos. Qualquer tipo de pervertido ou depravado (como a ‘tal cantora’, grifo nosso), o pedófilo, etc, estão neste barco. Nunca fui numa parada gay e jamais irei, pois para mim aquilo é um circo de horrores, uma apologia à bizarrice e à cocaína - sejam francos e falem a verdade! Hoje aplaudimos o bizarro e a perversão doentia e ainda levamos nossos filhos pra assistir. Se a parada gay realmente fosse um ato político, relembrando sua real importância histórica, muito bem caberia no carnaval - abrindo o desfile das escolas de samba. Muito mais apropriado”.

E por aí vai o texto do sr. Marco Maia. E eu tenho que concordar com ele. Será que é preciso esse alarde todo para as pessoas serem reconhecidas por todos como homossexuais? Vamos procurar melhorar o ser humano e não exaltar as nossas opções sexuais. Se todos nós nos melhorarmos, principalmente, vivendo o que o Mestre Jesus ensinou, aí sim, teremos um mundo melhor.

 “Seja leal para consigo mesmo. Não altere o seu comportamento apenas para contentar os outros”. (Yogaswami).

 

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